Pais especiais

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Na minha mais profunda opinião: temos que ser nós, “pais especiais” a dar os primeiros passos para converter a forma de olhar as pessoas com deficiência, visto que ninguém melhor do que nós, sabe as dificuldades que enfrentamos, o mal-estar dos que nos passam ao lado, a imensa frustração face às portas que se fecham e nos deixam sós;

Temos que ser nós, “pais especiais” a unir-nos porque a UNIÃO FAZ A FORÇA e sozinhos não temos poder para mudar nada. Não pudemos esquecer que os nossos filhos, agora crianças e jovens, serão brevemente adultos, e os nossos filhos agora adultos, serão brevemente idosos;

Temos que ser nós, “pais especiais”, a trabalhar em conjunto para construir um futuro melhor. Não somos eternos e se hoje os pais mais novos têm ainda capacidade física e moral, daqui a alguns anos já não será assim, que o digam os mais velhos que se sentem tão cansados.

SEI que se não for eu a cuidar da minha filha, a zelar pelos seus direitos e pelo seu bem-estar, mais ninguém o fará. O mesmo devem pensar os restantes “pais especiais”.

 Isabel Barbosa, mãe da CECÍLIA, menina com 8 anos


2 Comments

  1. Acredito q todos os pais são especiais… Lembro-me de ver crianças especiais andando com os pais no shopping, meu coração cortava e agradecia por minha filha de 3 meses ser tão perfeita… Dizia para minha esposa q de minha filha fosse especial eu iria ama-lá o dobro, olhava para aquele rostinho e dizia para minha esposa q Vitoria não iria para escola, q eu ensinaria tudo a ela, em casa, pois ensinaria em pouco tempo o q levam anos para ensinar, q por ser minha filha, seria especial, e em uma manha de sábado, com tres meses e meio de vida, minha bb Vitoria q bunca pegou uma gripe, teve paradas respiratorias e aqui estou há 1 mês em um quarto de hospital, com minha bb diagnosticada como síndrome de west e agenesia corpo caloso, espasmos etc,.
    Pelo

  2. Fiquei muito satesfeito com estas frases, que é verdade se não fora-mos nos os pais a fazer pelos nossos Filhos, nem as familias querem saber!
    Eu tenho um filho Autista idade 31 anos, pois tenho mais tempo no estrangeiro,estando agora
    em portugal definitivo, pois à um ano que me encontre em portugal, onde sempre fiz parte de uma assoçiação no estrangeiro, mas tenho a dizer que quando à estes problemas não estamos bem em nenhum pais, mesmo assim no nosso pais embora as condições não seram as mesmas mas ainda à carinho nos lares. pelo menos na covilhã onde està meu filho no, APPACDM.

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