APPDA Viseu

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1. Contexto da Associação

A Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo – Viseu é uma Instituição Particular de Solidariedade Social de utilidade pública que tem como objectivos a promoção da qualidade de vida das crianças, jovens e adultos com perturbações do espectro do autismo e suas famílias. A APPDA Viseu foi constituída em 22 de Fevereiro de 2003.

Antes desta constituição existiu como núcleo da Delegação de Coimbra da APPDA desde 1998.

Com a reformulação a nível nacional da APPDA e consequente autonomização das Delegações (Lisboa, Porto e Coimbra), que se constituíram em associações, o núcleo de Viseu, pouco depois também se constituiu associação, tanto mais que participou activamente na elaboração dos estatutos que regem todas as associações e contribuiu de forma preponderante para a realização das escrituras públicas de todas as APPDA, assim como da Federação Portuguesa de Autismo, da qual somos membros constituintes.

Funcionando como uma ponte entre as famílias e os serviços a APPDA Viseu quer contribuir de todas as formas ao seu alcance para um melhor atendimento aos autistas.

2 Breve Descrição da Associação

A APPDA – Viseu, actualmente presta apoio a 81 crianças e jovens. Neste universo, incluem-se jovens com diagnóstico de Perturbações do Espectro do Autismo e Síndrome de Asperger.

As Instalações da APPDA – Viseu, resultam de um protocolo com o Hospital de S. Teotónio E.P.E.

Estava este espaço inactivo, tratando-se de uma ala não utilizada. Após a cedência das instalações, estas foram alvo de diversas benfeitorias tendentes à melhor adaptação do espaço às actividades da associação.

Hoje, com a ajuda da Câmara e o esforço dos associados orgulhamo-nos de ter um espaço acolhedor e que vai ganhando, dia a dia, funcionalidade, e que nos possibilitará manter um funcionamento regular da nossa organização, para criarmos uma maior e melhor resposta ao cidadão autista.

Em termos financeiros a APPDA sobrevive à custa de quotas de sócios, donativos, peditórios (integrando-se nos peditórios autorizados a nível nacional) e programas esporádicos como o cultura e lazer. Aguardamos resposta para a realização de um “Acordo Atípico” com a Segurança Social a fim de criar respostas regulares e estruturadas à criança e jovem com autismo.


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